
“]a passarinho[
BOAS-VINDAS
ao nosso Núcleo
Coletivo Literário!”
Imagens/colagem: Pixabay/Canva▪︎ [01] #contémtextoalternativo
Quem assunta: nota editorial
“Tente ser um arco-íris na nuvem de alguém.”
– Maya Angelou (1928–2014), poeta, escritora, atriz e ativista estadunidense pelos direitos civis, pelo empoderamento feminino, defensora da dignidade humana e da igualdade racial▪︎ [02]
Equipe Codinome Andorinha

Comissão de comunicação/
Editorial Codinome Andorinha, leia-se:
“pegando versos
& prosas poéticas
em flagrante☆bonito☆“.
Créditos:
Maria Clara Fuchs Teófilo▪︎ [03]

Em pleno portal da infância para a adolescência, Maria do Socorro foi exposta a dolorosos abusos, revivendo-os ao lecionar no ensino básico. Atualmente, voluntária do Núcleo Hoje a passarinho, ela quebra o imenso silêncio a respeito da violência sexual contra vulneráveis e zela pela integridade da população infantojuvenil.

Entre reconhecer violências, reparar o possível, fazer lutos pelo irreparável e prevenir (re)traumatizações, Christina passou de menina à mulher, esposa, mãe, avó e poeta-artesã da Manufatura — Oficina de Tramas e Poesia. Recriando-se e co-criando o Hoje a passarinho, diariamente, ela mescla artesanias manuais com artes literárias autorais.

Às voltas com injustiças, saúde abalada, avanços e recuos, Virginia testou vários microempreendimentos solitários. No Núcleo, porém, entre pares sobreviventes de experiências extremas, ela aposta em economia criativa, colaborativa, feminista e circular, participando da construção solidária de territórios do cuidado em liberdade.

Carolina circula com experiment(ações) brincantes, espalhando sabedorias vindas dos povos comunitários brasileiros que respeitam ecossistemas e culturas plurais. No Hoje a passarinho, a arte-educadora popular enlarguece a roda, canta e conta histórias, reaproximando infâncias de zero até cerca de 120 anos de idade.

Educadora midiática e educomunicadora, Cecília tem simplificado a abertura cuidadosa de cada janela desta tecnologia social da memória. Graças a ela, pares e parcerias podem alimentar uma Biblioteca Digital Intercomunitária como ambiente de aprendizagens compartilhadas online que não difunde nem discursos de ódio nem desinformações.

Olga nasceu com uma doença pouco estudada. As demoras do diagnóstico e dos tratamentos adequados resultaram tanto na deficiência física, como nos conhecimentos que a capacitam. Palestrante sobre inclusão, desde o começo do Núcleo, ela acessibiliza a mediação de leituras, escutas e escritas do Hoje a passarinho.
Nosso compromisso
é colaborar,
editar, editorar
e garantir a continuidade
do Núcleo Coletivo literário
Hoje a passarinho,
inclusive enquanto
a ativista literária
Marcela (a passarinho)
capricha nos
tratamentos de saúde.
Responsável/Fundadora

Poetarticuladora de prosas, graduada em Filosofia, mestra em Educação e ex-professora em escolas públicas, Marcela escuta meninas sobreviventes nas mulheres sobrevoantes. Incorporando sintonias finas com cada par, ela criou o Fiapo — projeto que a acompanha durante repousos e se expande no Núcleo Coletivo Literário Hoje a passarinho.
uma teresa

Símbolo do nosso encontro, uma teresa mescla as penas e penares de meninas sobreviventes nas mulheres sobrevoantes que atravessam:
- socializações;
- individuações;
- exclusões;
- e (re)coletivizações.
Sobrevivendo e hiperdocumentando aprendizagens, sobrevoamos muralhas e atravessamos precipícios.
O que significa “hiperdocumento”?

de ícones coloridos que representam
documentos digitais em diversos formatos:
texto, áudio, imagem e vídeo.
Fundo branco. Fonte: Canva▪︎
Hiperdocumentos disponibilizam hipertextos pertinentes a assuntos de interesse comum, nos quais se encontram links, ou seja, atalhos eletrônicos que interconectam e sugerem vários conteúdos digitais complementares.
Como hiperdocumentamos trajetórias?
Na contracorrente da desinformação, aqui, meninas sobreviventes hiperdocumentam aprendizagens vividas pelas mulheres sobrevoantes em quem se transformaram, provocando e hospedando encontros entre:
- trajetórias de sobrevivência;
- pares;
- parcerias;
- coletivos periféricos;
- micorredes de apoio;
- redes de instituições;
- sabedorias tradicionais, populares e científicas.
Logo, o presente website se diponibiliza como tecnologia social da memória.
Daí os capítulos do livro online Quarto de repouso — Diário de uma (des)loucada sustentarem as prateleiras/janelas colaborativas da Biblioteca Intercomunitária Digital Bico de Pena, obra aberta que coincide com as páginas deste www.coletivohojeapassarinho.com.br.
Honrando-nos

Fonte: Pixabay▪︎
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Referências/links complementares
[01] Ei, queremos muito reforçar os votos de boas-vindas. Por favor, “bique” no link da linha seguinte e acesse:
https://coletivohojeapassarinho.com.br/aproposito/
[02] . ANGELOU, Maya (2008). Carta a minha filha (Título original: Letter to My Daughter). Tradução de Celina Portocarrero. Prefácio de Conceição Evaristo. Editora Objetiva.
Acesse e leia o conteúdo a resenha do livro que abriga a epígrafe desta página:
https://www.historiasemmim.com.br/2019/10/29/resenha-carta-a-minha-filha/
[03] Marca-páginas como passaporte? Entenda as modas do Núcleo Coletivo Literário Hoje a passarinho, “bicando” no link. | Post agendado para publicação futura:
https://coletivohojeapassarinho.com.br/marca-paginas/
[04] Fundo Ninhal – navegue neste website gratuitamente e apoie para manter esta #tecnologiasocialdamemória no ar:
