“As ‘maldições’ que me arranharam? Que não continuem de mim!”

Poema completo As ‘maldições’ que me arranharam?Que não continuem de mim!Afastei-me das curiosidades agudas:elas me espetavam à toa,causando feridas por nadaEu de repente abroa minha sombrinha escarlate,e como quem abre asas,voo na companhia de cinco gaivotasEu simplesmente abro mãode todas as respostas,pelas quais cada boca saliva:as respostas que amadureçamaté ficarem suculentas e doces,negras jabuticabas, desde […]

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